Vitinho
domingo, 19 de setembro de 2010
Tempo
queremos que o tempo pare.. quando já com forças se esvaindo queremos que ele volte.
Mas não funciona assim o tempo é o curto espaço que estamos vivo, quando sentimos falta
de algo é como se o tempo parasse, quando esta divertido é como se ele corresse.. pode
ate ser que seja coisa da nossa cabeça mais o tempo é relativo ao espaço, que é relativo a
vontade que nos deixa em situação de medo, e se o tempo parasse .. e se nao houvesse futuro..
e se, e se, e se.. eis as perguntas que movem o mundo... pois bem uma pergunta que talvez
ninguem possa responder.
E se o tempo não existisse?!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
O preconceito é visto como um dos principais problemas da sociedade atual. A maioria das pessoas apresenta algum tipo de discriminação a algo que não se identificam ou que não faz parte do que esse indivíduo acha “normal”. Está presente, desde as raízes familiares, por exemplo, um pai que ensina seus filhos a terem rejeição a algum grupo social ou que não permite que sues filhos tenham contato com as diferenças.
O preconceito é como se fosse uma venda nos olhos de quem não consegue enxergar que ser diferente, em toda e qualquer área social ou física, é normal, e faz parte do simples fato de ser humano. As mudanças no tempo e no modo de vida social, consequentemente trouxeram a vida das pessoas a mudança também. O fato é que toda mudança sofre critica e nem todos a aceitam naturalmente. Mais precisamente, quando se fala de mudanças nas formas de viver em uma sociedade, fala-se em homossexuais, talvez um dos grupos mais atingidos na forma de preconceito visível, feito pela mídia, pelas pessoas...
Há ainda a forma camuflada de preconceito, que na maioria das vezes, as principais vítimas são pessoas portadoras de deficiência físicas, as pessoas negras, os pobres, enfim, todas aquelas que fogem do padrão “perfeito” que a mídia ou qualquer outro meio impõem.
domingo, 18 de abril de 2010
o corpo
O nosso corpo é algo impressionante, importante para a vida, porem tem pessoas que vê o próprio corpo como algo monstruoso, feio, tendo vergonha dele e com isso acaba ficando com baixa auto estima por que acha que as pessoas não vão aceita-la como ela é. Ninguém é perfeito, mas nos somos o que somos e não devemos ter vergonha de nos mesmo por um simples capricho, ou pelos nossos hábitos e costumes. Montaigne explica isso se espelhando nos animais, para podermos nos diminuir e nos aceitarmos melhor, pois a sabedoria deles é maior que a nossa às vezes, por que eles não se preocupam com o seu corpo de maneira que se acham diferentes, eles apenas vivem de jeito natural, não tem a preocupação de que são inadequados.
Portanto é assim que devemos pensar, aceitar o nosso corpo de maneira ainda mais natural do que os animais, acrescentando um pouco de humor.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Tédio
O tédio é ausência do medo, sem o medo a vida seria totalmente “sem graça”, “sem sal”, intediante; porque é a partir dele que temos as nossas emoções.
Todas as emoções são boas, só o resultado delas que podem ser bom ou mal; as emoções equilibram umas as outras, por isso o homem maduro pode ser considerado como móbile e frágil, pois ele tem a insustentável leveza do ser, onde todas as suas emoções estão penduradas no seu móbile.
O amor é um exemplo de emoção que tem um resultado bom ou mal, o equilíbrio do amor é pela agressividade, no entanto ela é o fator que gera a ação. A cultura foi sempre ruim para os homens em duas emoções: a afetividade e o medo, pois sempre teve um preconceito de que “homem não chora” e “homem não sente medo”, mas atualmente o homem conseguiu um espaço maior em relação à afetividade, porém, o medo continua a ser uma questão de preconceito entre as pessoas.
O medo tem certa função sendo a primeira delas é salvar nossa vida, na medida em que nos prepara para uma situação, porém o medo nos paralisa e nós vemos o tamanho da situação, por isso à agressividade é importante para poder nos ajudar a equilibrar e pensar se vai reagir. Então ser maduro é saber senti o medo e a agressividade e em todo o momento decisório tomar uma opção prudente ou corajosa.
A segunda função do medo é que ele é pedagógico porque respeita os limites, sem o medo não há o aprendizado das normas.